Publicado por: Carlos | 05/04/2009

South Park: Bigger, longer and uncut

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Não sou fanático pela série South Park. Geralmente assisto aos episódios que são mais comentados na net, como foram os casos dos episódios onde eles comemoram a posse do Obama e um outro fazendo sátira ao filme The Spirit, mas sou obrigado a me render ao filme em questão. Este ano completa 10 anos que foi lançado e, mesmo assim, considero uma das melhores comédias que já assisti.

A história começa com a exibição, nos Estados Unidos, de um filme canadense onde, os dois atores “ensinam” as crianças da cidade de  South Park alguns palavrões que serão repetidos a exaustão, até gerar a ira das mães que, culparão, de forma generalizada, os canadense e , inicia-se um incidente diplomático. Paralelamente a isso, a busca pelo entendimento e a localização do clitóris dá aquele ar de inocência ao filme, afinal os protagonistas são crianças com idades entre 8 e 10 anos. (Tenho amigas que vão dizer que conhecem homens bem mais velhos que ainda não desvendaram este mistério).

Há cenas impagáveis, tais como: bombardeio da casa dos irmãos Baldwins, tapa no rosto da atriz Brooke Shields durante uma entrevista e o assassinato do Bill Gates por um alto oficial do exército. Simplesmente, hilárias.

Saddam Hussein também é personagem principal do desenho, embora na época ele ainda estivesse vivo, no desenho , ele já morreu e, lógico, está no inferno. Saddan forma par romântico com o Diabo e este, não está muito feliz com a insensibilidade do parceiro árabe e, começa a desconfiar se Saddan está com ele por amor ou pelo poder.

O termo “politicamente correto”  não passa nem perto deste filme que é recheado de palavrões, flatulências, racismo e, como não poderia faltar, o bom e velho xenofobismo americano. Se você não se importa com nada disso, aprecia uma boa piada de duplo sentido e humor negro, este é um filme que você não pode deixar de ver.

Tenho um amigo que fala que este é um filme de homem feito para homem, se é verdade eu não sei, não gosto de generalizações, mas confesso que até hoje não conheci nenhuma mulher que assistiu e gostou.

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Responses

  1. A sensorial Ana versus o reflexivo Max. Figuras distantes distoando a identidade nacional. A preferência dada ao carioca revela a influência da cultura em que vivemos. Você ve tal reflexão e muito mais:

    http://cntrld.wordpress.com/2009/04/05/terca-feira-ofuscada/
    http://cntrld.wordpress.com/2009/04/06/brasileiro-do-ano/

    Se puder, dê uma passada lá. Abraços.

  2. […] Lula Park Quem leu o que eu escrevi sobre o filme South Park: Maior, melhor e sem cortes, sabe muito bem que eu não sou dos maiores fãs do desenho, e qual critério eu uso pra assistir […]


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